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Revoluções De 1848

Revoluções de 1848

Dá-se o nome de Revoluções de 1848 à série de revoluções na Europa central e ocidental que eclodiram em função de regimes governamentais autocráticos, crises econômicas, falta de representação política das classes médias e nacionalismo despertado nas minorias da Europa central e oriental. A partir de 1845, a situação política francesa foi profundamente agravada pela eclosão de uma crise do capitalismo. Essa crise acabaria se estendendo por todo o continente e estaria na origem das revoluções liberais que abalaram a Europa Centro-ocidental, no ano de 1848. Os anos de 1845 e 1846 foram de péssimas colheitas, desencadeando uma crise agrícola em todo o continente. Essa crise desencadeou uma alta vertiginosa do custo de vida, atirou à miséria grandes setores da população rural e reduziu drasticamente a sua capacidade de consumo de produtos manufaturados. A crise se agravou atingindo a indústria e as finanças. =Revolução de 48 na França= A revolução irrompeu primeiramente na França, onde adeptos do sufrágio universal e uma minoria socialista, sob a liderança de Louis Blanc, conseguiram derrubar a monarquia de julho e criaram a Segunda República.

Antecedentes

Entre 1830 e 1850 o proletariado francês cresceu substancialmente. Em Lyon esta classe protagonizou mesmo alguns levantamentos, que foram, todavia, duramente reprimidos pelas autoridades. Depois destes levantamentos populares surgiram um pouco por toda a França sociedades secretas constituídas por operários, ligadas ao movimento republicano e ao movimento do socialismo utópico. No período que mediou os anos 1845 e 1847 a França foi assolada por dois anos de más colheitas agrícolas, provocadas sobretudo pela praga da batata, que teve uma maior incidência neste país e na Irlanda. Em 1847 a situação agravou-se com uma crise econômica, traduzida na descida do valor dos salários e no encerramento de inúmeras unidades fabris. A instabilidade, no entanto, vinha de trás.

Revolução de 1830

Veja o artigo principal: Revolução de 1830. Revolução de 1830 Nos últimos anos do reinado de Luís XVIII (1814-1824) e por todo o reinado de Carlos X, o conde de Artrois (1824-1830), sucederam-se perturbações internas graves. Este monarca decidiu confiar a chefia do governo ao príncipe de Polignac. Longe de resolver os problemas o novo estadista preocupou-se com uma bem sucedida expedição à Argélia. A publicação das Ordenações de Julho (Ordenanças de Julho), em 25 de Julho de 1830, suprimindo a liberdade de imprensa, dissolvendo a câmara, reduzindo o eleitorado, anulando as últimas eleições e permitindo-se governar através de decretos, deu origem ao levantamento de barricadas em Paris (1830) e à generalização da luta civil que conduziria à Monarquia de Julho, cujo clima perpassa pelas páginas de Os Miseráveis, de Victor Hugo. Carlos X parte para o exílio. Sucede-lhe o primo Luís Filipe I. Apoiado por banqueiros como Casimire Pérere e contando com ministros como Thiers ou Guizot, a nova monarquia vem assim conseguir impor um clima de paz e prosperidade. As revoltas populares sucediam-se a tal ponto que a própria Guarda Nacional acabou por as apoiar, aderindo à sedição.

Revolução de Fevereiro de 48

Em 1848 preparava-se uma revolta popular que colhia alguma simpatia por parte da burguesia. A burguesia industrial nomeadamente conseguiu a reforma do direito de sufrágio e a redução do censo eleitoral. Os operários reclamavam a instauração de uma República e exigiam uma reforma. Os revoltosos combinaram diversas reuniões, entre as quais se destacou o banquete público da oposição de 22 de Fevereiro de 1848, que o governo tentou impedir que se realizasse. A burguesia afastou-se dos operários; contudo, estes, juntamente com artesãos e estudantes, concentraram-se no local combinado. O apelo à rebelião foi lançado por adeptos do sufrágio universal e uma minoria socialista, sob a liderança de Louis Blanc, que tinham conseguido escapar às autoridades. Centenas de milhares de insatisfeitos com o desemprego, mas sem um programa político claro, descobriram que queriam derrubar o governo do rei Luís Filipe, de seus ministros e de todo o sistema econômico que os enriquecia às custas dos trabalhadores. No dia seguinte, o centro de Paris estava cheio de barricadas que assustaram os burgueses moderados da oposição. Uma fuzilaria ocorreu na madrugada do dia 24, provocando inúmeras mortes entre os rebelados. Os cadaveres foram colocados em carros iluminados por tochas e desfilaram pelo centro de Paris, alimentando a insurreição. Soldados da Guarda Nacional, enviados para reprimir os manifestates, uniram-se a elas. O governo ensaiou oferecer reformas de esquerda para controlar a rebelião que aumentava de proporções, mas já era tarde. Na manhã do dia 24, quando inspecionava as tropas, o rei foi vaiado por elas. Os insurrectos controlavam os arsenais. À tarde, já corriam proclamações republicanas. Incapaz de reagir, a Luís Filipe só restava abdicar o trono. O parlamento dissolveu-se. A Monarquia de Julho tinha sido destronada e nascia a Segunda República (1848-1852). Os grandes burgueses moderados da oposição estavam exasperados. O que mais temiam estava nas ruas: a revolução social dos pobres. Rapidamente formou-se um governo de coalizão entre a burguezia moderada, a pequena burguesia republicana e os socialistas. Os primeiros estavam preocupados com a ordem e a estabilidade; os republicanos, com a república e o sufrágio universal; e os socialistas, com a melhoria das condições operárias. Eles foram aceitos no governo devido a sua presença nas barricadas.

Reformas Políticas

O Governo Provisório juntava a oposição eleita constitucionalmente e representantes da multidão. Muitos viram neste movimento a expressão - embora vaga - da insatisfação popular ao ver que o ideal de igualdade defendido e em grande parte conquistado durante a Revolução Francesa não havia se extendido à esfera econômica. Nesse governo, onde o poeta Lamartine ocupava as funções de Ministro dos Assuntos Internos e os socialistas eram somente admitidos como empregados, foram chamados a intervir Albert, um operário, e Auguste Blanqui, jornalista e historiador, por imposição direta do povo. O Governo provisório convocou eleições, as quais deram vitória aos candidatos da burguesia e dos latifundiários. Em 25 de Fevereiro foi implantada a Segunda República, em resultado de uma expressiva manifestação; todavia esta não veio corresponder às aspirações dos operários que reclamavam uma reforma social. O sufragio universal masculino foi estabelecido e, por proposta dos socialistas, foi reduzida a jornada de trabalho de 12 para 10 horas diárias. Por pressão dos operários e socialistas, foram criadas as Oficinas Nacionais - fábricas com capital estatal e dirigidas por operários, destinadas a aliviar a crise econômica e o desemprego, que logo se tornaram improdutivas e custosas, aumentando o déficit público - e a Comissão de Luxemburgo, cujo objetivo era a preparação de projetos de legislação social e a arbritagem de conflitos de trabalho. O novo Governo não tocou no direito à propriedade privada, mas concedeu o tão desejado direito ao trabalho, uma medida que seria posta em prática pela Comissão de Luxemburgo, presidida por Louis Blanqui e por Albert, mas os prometidos direitos foram negados por uma direção política burguesa pouco sensível aos problemas do operariado. Na mesma época, Proudhon edita o periódico "O Representante do Povo", onde critica as Oficinas Nacionais, as quais considerava economicamente inviáveis. Propunha que em seu lugar se criasse um Banco de Crédito Popular, que remunerasse o trabalho com cheques descontáveis, para estimular o consumo. Todos os políticos do novo governo eram Parisienses e não possuiam experiência administrativa, ignorando o que ocorria nas províncias francesas, onde as estradas de ferro foram destruídas, castelos foram saqueados e agiotas espancados. Em Paris, no mês de Março, havia calma e as forças presentes no governo viviam em harmonia. A maioria dos operarios confiava no governo e esperava uma solução rápida para sua miséria. Mas a harmonia não duraria muito. Os grandes burgueses das diferentes alas tinham superado suas divergências para impediar qualquer ameaça à propriedade e à riqueza. Uma minoria socialista pressionava o governo para que promovesse novas e ousadas reformas sociais. Alguns falavam em abolir a propriedade privada, a hierarquia social e as tradições, o que assustava também os pequeno-burgueses republicanos. Essas pressões não passavam de agitações feitas em jornais, clubes e sociedades socialistas e não representavam perigo, já que a força deles era diminuta nos meios operários parisienses. Mas não deixavam de assustar os burgueses. Os mais preocupados com essa agitação era a imensa maioria de camponeses, que se preparava para reagir, caso tivesse de entregar suas propriedades.

Reação Conservadora

A inexperiência política do governo não satisfazia nem as reinvindicações dos mais radicais nem as inquietações dos mais conservadores. Mas era principalmente a crise econômica que agravava a inquietude de todos os operários. A falta de mercados para vender seus produtos, o aumento dos impostos, o marasmo econômico, aliado às agitações políticas e à fraqueza e hesitação do governo, provocavam pesadelos no mundo dos negócios. Em Abril de 1848, ocorreram eleições para a formação de uma Assembleia Constituinte. O Governo Provisório cessou as suas funções e deu lugar a uma comissão executiva de cinco membros, onde de novo figurava Lamartine. Os socialistas e os republicanos concorriam, mas faltava-lhes organização em nível nacional e sua influência estava quase que restrita a Paris. Já o Partido da Ordem, que representava todos os homens preocupados com a defesa da propriedade, tinha influência nacional, pois se apoiava nos nataveis das cidades e aldeias rurais da França, um imenso país de camponeses. O Partido da Ordem elegeu 700 deputados, alguns favráveis à monarquia e outros republicanos moderados. Os republicanos radicais e os socialistas não conseguiram eleger nem 100 deputados. Em Junho, Proudhon foi eleito para a Assembléia Nacional Constituinte, onde não conseguiu se fazer ouvir.

Revolução de Junho de 48

Dominada pelo Partido da Ordem, a Constituinte passou a combater as ideias socialistas. Em 22 de Junho de 1848 o governo tomou severas medidas para controlar e reprimir os operários, depois dos levantamentos comunistas de 15 de Maio. A dissolução da Comissão de Luxemburgo e, finalmente, o fechamento das Oficinas Nacionais - que empregavam 110 mil operários - provocaram uma forte contestação por parte dos operários fabris. Contra tais decisões Auguste Blanqui, líder socialista, comandou em junho de 1848, as insurreições operárias de Paris. Para tentar suprir o desacato ao poder a Assembleia Nacional Constituinte deu poderes ditatoriais ao ministro da Guerra,, o General Cavaignac, para que este travasse a revolta popular. O general foi ajudado por forças vindas espontaneamente das províncias. Nobres, burgueses, padres e camponeses marcharam ombro a ombro para ajudar Cavaignac a massacrar os insurretos de Paris. A insurreição operária parecia bem encaminhada até ser esmagada, à força de bala, pela ação implacável de Cavaignac. No combate, que durou quatro dias, morreram 1,5 mil insurretos. A repressão posterior, gerada pelo ódio, vingança e medo dos proprietários, também foi violenta. Após um julgamento sumário, que não deixou nenhum direito de defesa aos condenados, 12 mil insurretos foram presos e 4 mil deportados para a Argélia.

Outro 18 de Brumário

Argélia O general Cavaignac, republicano convicto, foi lançado condidato às eleições presidenciais de dezembro de 48. Apesar de ter agido brutalmente contra os operários parisienses, por ser republicano ele era suspeito ao Partido da Ordem, o mais organizado nacionalmente de todos os partidos. Foi quando apareceu um aventureiro, Luís Napoleão Bonaparte, sobrinho de Napoleão Bonaparte, que se apresentava como mantedor da ordem e tinha sobrenome conhecido e respeitado por milhôes de franceses. Os operários de Paris votaram nele para que o general Cavaignac não fosse eleito e os camponeses também o fizeram em homenagem ao tio, que havia garantido suas propriedades, quando o clero e a nobreza ameaçavam retomá-las. Assim, Luís Napoleão foi eleito com 5,5 milhões de votos contra 1,5 milhão de seu concorrente. O mandato do presidente francês era de quatro anos e a Constituição proibia a reeleição. Em 1852, ele deixaria o poder, o que não era sua intenção. Luís Napoleão, articulou um golpe de Estado que acabaria com a república e o tornaria imperador. Queria reeditar o golpe do tio, que, com o golpe do 18 de brumário, acabou com a Primeira República Francesa e criou o império napoleônico. Por ironia, Karl Marx, dirigente socialista, apelidou o golpe do sobrinho como 18 de brumário de Luís Bonaparte. Com o golpe, Luís Bonaparte criou o Segundo Império Francês e tornou-se o imperador Napoleão III. =A Primavera dos Povos= Esta revolução teve significativas repercussões no resto da Europa. A crise econômica européia ajudou a Revolução de 1848 a expandir-se pela Europa, atingindo também um dos esteios do Absolutismo, a Áustria, onde o Chanceler Metternich foi obrigado a renunciar. O ideal predominante nos demais países europeus onde houve revolução não foi o liberalismo, mas sim o nacionalismo. Os revolucionários desses países queriam libertar seus povos da dominação estrangeira imposta pelas decisões do Congresso de Viena. Essa vaga revolucionária, chamada de "a primavera dos povos", atingiu a Itália, a Alemanha, a Áustria e a região dos checos e dos hungaros. De 1848 a 1849 tanto as revoluções burguesas como os movimentos populares tiveram um substancial impacto na Europa, mas um pouco por todos os cantos do Velho Continente estas insurreições não tiveram o sucesso ansiado, em grande medida porque a burguesia não se posicionou do lado dos operários e dos camponeses.

Revolução de 48 nos Estados Alemães

Em grande parte dos Estados alemães ocorreram manifestações populares, revoltas e um movimento por um parlamento nacional eleito que projetasse uma nova Constituição em defesa de uma Alemanha unificada.

Antescedentes

A Prússia emergiu das guerras napoleônicas como uma das cinco potências européias, e o Zollverein (União Aduaneira) fizera com que toda a Alemanha (ou melhor, Confederação Germânica), exceto a Áustria, se ligasse pelo livre comércio e se desenvolvesse. A economia prussiana se desenvolvia a passos largos, mas a sua política não se modernizava. O rei Frederico Guilherme III prometera uma Constituição, mas morreu sem cumprir sua promessa. Seu sucessor, Frederico Guilherme IV, também não se empenhou em reformas poíticas. Mas, precisando de dinheiro para construir uma ferrovia, o rei, obedecendo a uma determinação de seu antecessor, convocou a Dieta Unida, que deveria unir-se em Berlim em abril de 1847. Os liberais eram maioria nessa Dieta e decidiram aproveitar a oportunidade para precionar em favor da convocação de um Parlamento eleito pelo povo, condicionando a aprovação do empréstimo à promulgação de uma Constituição pelo rei. Esse, no entanto, mandou dissolver a Assembléia.

As Revoluções

Parlamento em Berlim.]] No mesmo ano, as safras foram ruins, os preços do alimentos subiram e o ambiente entre os trabalhadores urbanos ficou agitado. Na semana de Março de 1848, as manifestações e os comícios tornaram-se diários, os liberais exigiam uma Constituição, houve um choque entre soldados e manifestantes e logo surgiram barricadas por toda a cidade, lutando unidos contra as tropas reais burgueses, pequeno-burgueses e operários. O rei mandou os soldados sairem da cidade e a ordem passou a ser controlada por uma milícia civil. a bandeira vermelha, negra e dourada - simbolo de uma Alemanha unida e liberal - triunfava nas cidades prussianas. O rei identificou-se publicamente com a causa nacional alemã. Os conservadores, que queriam uma Alemanha unida, sob o domínio da Prússia, mas não liberal, começaram a articular uma reação. A burguesia tentou tomar partido da revolução de Março de 1848 para unificar os estados alemães. A revolução expandiu-se por quase todos os Estados alemães. Ao mesmo tempo que o Parlamento se ocupava de infindáveis debates, os poderosos latifundiários e os príncipes debatiam-se com a contra-revolução. No mês de Abril desse ano, Marx e Engels tinham chegado à Alemanha onde se foram fixar na zona da Renânia. Em Junho saía nesse local a "Gazeta Renana", dirigida pelo ideólogo socialista Karl Marx, e custeada por industriais liberais. Este periódico procurou forjar uma aliança entre socialistas e liberais em prol da democracia. Em Dresden, um reduto liberal e democrata, rebentou um movimentou popular. Em grande parte insuflado por periódicos como a "Gazeta de Dresden", que publicava artigos de Mikhail Bakunin, e "Páginas Populares", para o qual contribuía o compositor Richard Wagner, o movimento carecia de organização. A violenta batalha foi vencida pelas tropas governamentais, que estavam em maior número. Engels deixou Colônia em 10 de Maio de 1849 por Elberfeld, no Reno, cidade onde se ocupara da direção das barricadas. Bakunin foi preso e condenado à morte, mas sua pena foi comutada para prisão perpétua. Em 1849 foi redigida uma Constituição para a Alemanha. Um Parlamento foi reumido em Frankfurt. Neste, os representantes dos Estados alemães perderam-se em discussões a respeito da unificação: havia os defensores da República (com partidários do federalismo, unitarismo e da democracia); outros defendiam a solução monárquica, tendo adeptos da participação da Áustria (seria a Grande Alemanha), e outros, com a exclusão da Áustria e predomínio da Prússia (seria a Pequena Alemanha). A solução encontrada, proposta pela burguesia, já em 1849, foi a de uma Monarquia federal governada pelos Hohenzollern (dinastia prussiana), sendo a Coroa da Alemanha oferecida a Frederico Guilherme IV que, pressionado pela ação dos nobres, recusou-a e não aceitou a Constituição de Frankfurt. Esta atitude foi repetida pelo governo da Áustria e dos outros Estados alemães. Embora o povo e os revolucionários quisessem ver aprovada esta Constituição, acreditando que ela poderia trazer algum progresso em termos de liberdades civis, esta também não lhes satisfez totalmente, visto que deixava o poder nas mãos dos antigos líderes. Começou assim a contra-revolução da nobreza. Em Novembro de 1848, a Assembleia Nacional de Frankfurt foi dissolvida sem oposição pela Prússia, o sufrágio universal suprimido e os privilégios da nobreza reestabelecidos. Primeiro na Áustria, depois na Prússia, a restauração conservadora acabou por triunfar em toda a Alemanha. O sonho de uma Alemanha unida e democrática estava morto. A burguesia liberal alemã fracassara. O triunfo da Revolução de 48 e as agitações operárias atemorizavam a burguesia alemã. Ela não aprofundou a revolução nem consolidou seu poder, como fizeram os ingleses (1688) e os franceses (1789). Abandonou seus aliados da véspera, pequeno-burgueses democratas e operários, e recompôs-se com a nobreza restauradora. Nos diversos Estados, as conquistas obtidas (liberdades, diversas Constituições) foram anuladas e o poder dos governantes restaurado em sua plenitude. Assim ocorreu em Viena, permitindo que os Habsburgo cuidassem das nacionalidades submetidas, como se deu na Hungria, onde Kossuth proclamara a independência e a República: com o apoio da Rússia, a Áustria derrotou os hungaros e os manteve integrados ao Império Austríaco. Foi então que Frederico Guilherme IV, aproveitando-se da exaltação nacionalista, tentou promover a unificação com o apoio de outros governantes, sem participação da Áustria; contudo, os dirigentes austríacos, tendo sufocado os movimentos na Itália, na Hungria e na própria Áustria, e dispondo ainda do apoio da Rússia, obrigaram o soberando prussiano a encerrar as negociações que vinha promovendo ("Recuo de Olmutz", em 1850). Assim, também se frustaram as Revoluções na Alemanha, não só pela divisão entre os revolucionários, mas principalmente pela debilidade de um capitalismo ainda nascente na Alemanha. Não obstante, o saldo das Revoluções apojntou o caminho a seguir: a unificação deveria ser promovida pela Prússia, não mais pela via revolucionária (a emergência de ideologias proletárias levou a burguesia a se disvincular do proletariado), porém, sob a direção dos Hohenzollern.

Revolução de 48 na Áustria

Tumultos na Áustria, liderados pela burguesia, causaram a fuga do chanceler Metternich para a liberal Inglaterra. O imperador Fernando I foi obrigado a aceitar uma Constituição, o parlamentarismo e a emancipação do campesinato. O Parlamento passou a ser eleito pelo sufragio universal e várias instituições feudais foram abolidas. Mas a burguesia austríaca não soube conservar sua revolução. A aristocracia retomou o poder, liderada pelo novo chanceler, o príncipe de Schwartzenberg, que obrigou Fernando I a abdicar em nome de seu filho Francisco José, então com 18 anos. Dissolvido o Parlamento, os liberais foram perseguidos, as reformas abolidas e o absolutismo restaurado. Checos e húngaros, que viviam sob o domínio austríaco, aproveitando-se das modificações ocorridas na Áustria, levantaram-se em revoluções de libertação nacional, apoiada por todas as classes sociais. Mas, estabilizada a situação na Àustria com a restauração do absolutismo, os exércitos austríacos e russo esmagaram essas revoluções.

Revolução de 48 dos Húngaros

os exércitos austríacos e russo.]] Um movimento pela independência húngara, liderado por Kossuth, proporcionou um governo republicano de curta duração, com sede em Budapeste. A recusa dos húngaros em considerar a independência de suas próprias minorias resultou, porém, em uma insurreição das forças croatas, sérvias e da Transilvânia, além da derrota da Hungria para as forças da Áustria, e da Rússia.

Revolução de 48 nos Estados Italianos

Nos Estados italianos, onde a onda revolucionária teve seu foco inicial, a Revolução de 48 teve um caráter extremamente nacionalista, com a tentativa de unificação italiana. É certo porém, que não possuíam coesão porquanto havia três tendências visando a unificação: os Neoguelfistas, liderados por Gioberti, pretendiam uma confederação de Estados, cabendo a direção superior ao Papa; os Monarquistas Constitucionais, inspirados por Cesare Balbo e Mássimo D'Azeglio, batiam-se por um Estado Nacional Unitário governado pela Casa de Sabóia, reinante no Piemonte-Sardenha; e os Republicanos dirigidos por Giuseppe Mazzini, além da atuação destacada de Giuseppe Garibaldi, empenhados em derrubar as dinastias e implantar uma República Democrática. Em 1848 os sicilianos rebelaram-se contra o poder dos Bourbon e adotaram a Constituição espanhola de 1812. Em seguida, Nápoles reinvindicou a implantação das mesmas leis em seu território e a referida Constituição passou a ser seguida no restante da Itália, uma vez que o Papa Pio IX se opôs à intervenção de tropas austríacas dispostas a reprimir os nacionalistas. Insurreições nacional-populares ocorreram em Turim, Milão e Roma. Mazzini, no norte da Itália, proclamou a República Toscana e, em fevereiro de 1849, o papa foi deposto, sendo proclamada a República Romana. Entretanto, a sonhada república unificada e democrática, almejada por Mazzini, não teve lugar nesta ocasião. Apesar dos sucessos iniciais, a divisão dos revolucionários e a intervenção externa restabeleceram a ordem anterior. A revolução foi derrotada com o apoio de forças vindas da França e da Áustria, países interessados no restabelecimento das monarquias absolutistas e do poder do papa. O movimento de Mazzini, apesar de outras tentativas de insurreição, em 1853, enfraquecia. As forças que queriam construir uma Itália mais moderna e democrática foram vencidas. A derrota dos revolucionários provocou a restauração do absolutismo em quase todos os Estados italianos. O único reino que manteve uma constituição liberal foi o Piemonte-Sardenha. Quase todos os partidos empenhados na unificação depositaram aí suas esperanças. Em 1849, Carlos Alberto, Rei do Piemonte-Sardenha, contando unicamente com suas próprias forças (seu lema era "Itália fará da sé"), tentou expulsar os austríacos da Lombardia-Venécia (regiões setentrionais pertencentes a Áustria), mas foi vencido em Custozza e Novara e forçado a abdicar em favor de seu filho Vítor Emanuel II. Embora fracassado, sobretudo pelo caráter ainda incipiente do capitalismo, o que reduzia o potencial das forças revolucionárias, as Revoluções de 1848-1849 revelaram o caminho para concretizar a unificação. Deixaram evidente a necessidade de obter uma ajuda externa capaz de neutralizar o poderio austríaco, um dos obstáculos à unificação. Patentearam ainda a necessidade de união Sob o Piemonte-Sardenha, não só porque a dinastia de Sabóia era a única fora da influência austríaca, mas também pelo esvaziamento dos demais movimentos: o repúblicanismo, pela prisão, morte ou exílio de inúmeros dirigentes.; o neoguelfismo, pelo comportamento do Papa Pio IX recusando-se a se involver no processo de unificação. Depois da onda revolucionária, os partidos mais tradicionais cresceram, promovendo posteriormente a unidade italiana, em bases não-democráticas, sob a égide do Reino Sardo-Piemontês.

Revolução de 48 dos Checos

O Congresso Pan-Eslavo em Praga inspirou manifestações nacionalistas tchecas, reivindicando autonomia numa Áustria federativa. =A Contra-revolução= Em 1849, forças contra-revolucionárias restauraram a ordem, mas a monarquia absolutista e os direitos feudais da aristocracia fundiária haviam sido tacitamente abandonados. Na França, como se via, foi proclamada uma República em 1848, e os operários exigiram a mudança do rumo da política laboral; todavia as suas reivindicações foram reprimidas pela burguesia conservadora, adversa a uma profunda reforma social e laboral. Depois de sufocada a Revolução, a França entrou num novo ciclo, com a subida ao poder do imperador Napoleão III. categoria:revoluções ja:1848年革命

1848

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1790 1800 1810 1820 1830 - 1840 - 1850 1860 1870 1880 1890 Anos: 1843 1844 1845 1846 1847 - 1848 - 1849 1850 1851 1852 1853 ----

Eventos


- 22 de Fevereiro - Em Paris, se inicia a Revolução de 1848
- 22 de Março - Em Veneza, é restaurada a República Veneta.
- 7 de Julho - Francisco de Paula Rodrigues Alves, presidente do Brasil (m. 1919)
- 7 de Novembro - Rebenta no Pernambuco a Revolução Praieira
- 10 de novembro - 1ª Batalha da Revolução Praieira, em Abreu e Lima (Povoado de Maricota)
- Publicado o Manifesto Comunista por Karl Marx e Friedrich Engels

Nascimentos


- 16 de Fevereiro - Mirbeau, Octave, jornalista e novelista francês.
- 23 de Maio - Otto Lilienthal, engenheiro alemão (m. 1896)
- 15 de Julho - Vilfredo Pareto, político, sociólogo e economista italiano.

Falecimentos


- 7 de Dezembro - Martins Pena, dramaturgo e diplomata brasileiro (n. 1815)
- Jacques-Laurent Agasse, pintor suíço categoria:Anos do século XIX ms:1848 simple:1848

Europa Ocidental

A Europa Ocidental é uma parte de Europa cujas fronteiras dependem da definição. Estas fronteiras, no entanto, estão sujeitas a consideráveis flutuações e sobreposições, o que dificulta a diferenciação. O conceito de Europa Ocidental também está associado à noção de Mundo Ocidental. Antes da Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, o termo "Europa Ocidental" era usado para designar a parte de Europa que tinha raízes católicas ou protestantes, ou seja, a área ocupada por França, Irlanda, Reino Unido, Países Baixos, Bélgica, Luxemburgo, Islândia, Suíça, Liechtenstein, Andorra, Noruega, San Marino, Mónaco mas tambem Polónia, República Checa, Eslovénia, Croácia, Áustria, Dinamarca, Itália, Portugal e Espanha. Foram estes países em que a Cultura ocidental se desenvolveu e deles que esta cultura espalhou-se pelo mundo. Durante a Guerra Fria, quando a Europa Ocidental designava os países membros da OTAN e sob influência estadunidense, o termo era frequentemente usado como contraponto a Europa de Leste, que estava sob influência soviética. As fronteiras entre os países do Ocidente e do Leste estavam muito bem defendidas, especialmente do lado oriental. A estas fronteiras dava-se também o nome de Cortina de Ferro. Até há pouco tempo, podia-se dizer com segurança que a Europa Ocidental correspondia aos países da União Europeia adicionando-se-lhes a Islândia, a Suíça, o Liechtenstein, Andorra, a Noruega, San Marino e o Mónaco. No entanto, muitos dos países que são (ou eram) incluídos na Europa de Leste ou na Europa Central, como a Polónia ou a República Checa, aderiram ou estão em vias de aderir à União Europeia. É provável que um aumento dos laços económicos e culturais com os países da Europa Oriental leve a uma migração para ocidente. E isto levará a outra alteração na definição de Europa Ocidental no futuro. Categoria:Europa ja:西ヨーロッパ ko:서유럽

1845

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1790 1800 1810 1820 1830 - 1840 - 1850 1860 1870 1880 1890 Anos: 1840 1841 1842 1843 1844 - 1845 - 1846 1847 1848 1849 1850 ----

Eventos

28 de fevereiro- Fim da guerra dos Farrapos, com a vitória do Império brasileiro sobre os separatistas do Rio Grande do Sul 8 de agosto- Bill Aberdeen- Reino Unido coíbe o tráfico negreiro internacional

Nascimentos


- 25 de fevereiro - George Reid, quarto Primeiro Ministro da Austrália, († 1918)
- 3 de março - Georg Cantor, matemático alemão († 1918)
- 10 de março - Imperador Alexandre III da Rússia
- 27 de março - Wilhelm Conrad Röntgen, físico, primeiro laureado com o Prémio Nobel da Física em 1901 (†. 1923)
- 12 de maio - Gabriel Fauré, compositor francês († 1924)
- 17 de maio - Jacint Verdaguer, poeta catalão
- 25 de maio - Eugène Grasset, artista suíço/francês († 1917)
- 25 de maio - Lip Pike, jogador de beisebol († 1893)
- 9 de junho - Gilbert Elliot-Murray-Kynynmound, 4° Earl de Minto († 1914)
- 18 de julho - Tristan Corbière, poeta francês († 1875)
- 19 de julho - Horatio Nelson Young, herói naval americano († 1913)
- 10 de agosto - Abai Kunanbaev, poeta cazaque († 1904)
- 15 de Agosto - Walter Crane, pintor e desenhador britânico; (m. 1915)
- 19 de agosto - Edmond James de Rothschild, filantropo († 1934)
- 25 de agosto - Rei Ludovico II da Bavária († 1886)
- 26 de agosto - Mary Ann Nicholls, primeira vítima confirmada de Jack, o estripador († 1888)
- 10 de novembro - John Sparrow David Thompson, primeiro ministro do Canadá
- 25 de novembro - José Maria Eça de Queiroz, escritor português († 1900)

Falecimentos

categoria:Anos do século XIX ko:1845년 ms:1845 simple:1845

Liberalismo

O liberalismo é o nome atribuído a várias filosofias políticas. Ver:
- Liberalismo clássico
- Neoliberalismo
- Anarco-capitalismo
- Libertarianismo ja:自由主義 simple:Liberalism

1845

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1790 1800 1810 1820 1830 - 1840 - 1850 1860 1870 1880 1890 Anos: 1840 1841 1842 1843 1844 - 1845 - 1846 1847 1848 1849 1850 ----

Eventos

28 de fevereiro- Fim da guerra dos Farrapos, com a vitória do Império brasileiro sobre os separatistas do Rio Grande do Sul 8 de agosto- Bill Aberdeen- Reino Unido coíbe o tráfico negreiro internacional

Nascimentos


- 25 de fevereiro - George Reid, quarto Primeiro Ministro da Austrália, († 1918)
- 3 de março - Georg Cantor, matemático alemão († 1918)
- 10 de março - Imperador Alexandre III da Rússia
- 27 de março - Wilhelm Conrad Röntgen, físico, primeiro laureado com o Prémio Nobel da Física em 1901 (†. 1923)
- 12 de maio - Gabriel Fauré, compositor francês († 1924)
- 17 de maio - Jacint Verdaguer, poeta catalão
- 25 de maio - Eugène Grasset, artista suíço/francês († 1917)
- 25 de maio - Lip Pike, jogador de beisebol († 1893)
- 9 de junho - Gilbert Elliot-Murray-Kynynmound, 4° Earl de Minto († 1914)
- 18 de julho - Tristan Corbière, poeta francês († 1875)
- 19 de julho - Horatio Nelson Young, herói naval americano († 1913)
- 10 de agosto - Abai Kunanbaev, poeta cazaque († 1904)
- 15 de Agosto - Walter Crane, pintor e desenhador britânico; (m. 1915)
- 19 de agosto - Edmond James de Rothschild, filantropo († 1934)
- 25 de agosto - Rei Ludovico II da Bavária († 1886)
- 26 de agosto - Mary Ann Nicholls, primeira vítima confirmada de Jack, o estripador († 1888)
- 10 de novembro - John Sparrow David Thompson, primeiro ministro do Canadá
- 25 de novembro - José Maria Eça de Queiroz, escritor português († 1900)

Falecimentos

categoria:Anos do século XIX ko:1845년 ms:1845 simple:1845

França

A França é um país que se localiza no continente europeu, especificamente na Europa Ocidental. Limitado a norte pelo Canal da Mancha, que separa o continente das Ilhas Britânicas (mais especificamente, do sul da Inglaterra, Reino Unido, e também das Ilhas do Canal), pela Bélgica e pelo Luxemburgo, a leste pela Alemanha, Suíça e Itália, a sul pelo Mónaco, pelo Mar Mediterrâneo, por Espanha e por Andorra e oeste pelo Mar Cantábrico e pelo Oceano Atlântico. A sua capital é Paris. Suas cidades mais importantes são: Bordéus (Bordeaux) (Oeste - Litoral do Oceano Atlântico), Marselha (Marseille) (Sul - Mar Mediterrâneo), Lyon e Paris. A França tem várias possessões espalhadas pelo mundo, a que chama departamentos do ultramar ou territórios ultramarinos:
- Américas
  - Guiana Francesa
  - Guadeloupe
  - Martinica
  - Saint Pierre et Miquelon
- África
  - Reunião
  - Mayotte
- Oceania
  - Nova Caledónia
  - Polinésia Francesa
  - Wallis e Futuna
- Mares do Sul
  - Terras Austrais e Antárticas Francesas Na economia, tem destaque na indústria automobilística, aeronáutica, e com grande reconhecimento em sua indústria alimentícia, com agropecuária intensiva e extensiva. É quase auto-suficiente em minérios, com alta produção de petróleo e carvão mineral.

História

As fronteiras da França moderna são muito semelhantes às fronteiras da antiga Gália, território habitado pelos gauleses, de origem Celta. A Gália foi conquistada pelos Romanos no século I AC, e os gauleses acabaram por adoptar a cultura e a língua latinas. O Cristianismo se instalou durante os séculos II e III. As fronteiras do leste da Galia ao longo do rio Reno foram atravessadas por tribos germânicas - principalmente os Francos, dos quais o antigo nome "Francie" vem - durante o século IV. Apesar de a monarquia francesa ser muitas vezes datada do século V, a existência contínua da França como uma entidade separada começa com a divisão do império franco de Carlos Magno em uma parte leste e uma parte oeste. A parte do leste pode ser considerada como o começo do que é a atual Alemanha, a parte oeste como a França. Os sucessores de Carlos Magno dirigiram a França até 987, quando Hugo Capeto, Duque de França e conde de Paris, foi coroado Rei da França. Seus sucessores, a dinastia dos capetos, dirigiram a França até 1789, quando a Revolução Francesa instalou uma República, em uma época de mudanças radicais que começou em 1789. Veja também: Lista de reis de França

Política

A França é uma República democrática semi-presidencialista. O presidente é eleito por sufrágio directo e universal. Existem duas assembleias eleitas: o Senado, eleito indiretamente, e a Assembleia Nacional, eleita pelo voto popular.

Divisões administrativas

A França está dividida em 26 regiões que por sua vez se dividem num total de 100 Departamentos.

Geografia

right A França é um país muito rico, que disputa com a Alemanha e o Reino Unido a liderança econômica na União Européia, pois é a segunda economia da Europa e a quarta do mundo (EUA, Japão, Alemanha, FRANÇA, Reino Unido). A capital da França, Paris é uma das cidades mas populosas do continente, e figura como uma cidade mundial, ou seja, uma das mais importantes do mundo. A França funciona com um istmo que liga a Península Ibérica ao resto do continente, fazendo fronteira com a Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália, Espanha, Andorra e com o Principado de Mônaco. O Eurotúnel liga a França ao Reino Unido, passando por baixo do Mar do Norte. Por esse túnel circula-se somente em trem, que leva de um país para o outro mercadorias, turistas e passageiros. A França tem três áreas de litoral: a Oeste, o Oceano Atlântico, ao Norte, o Mar do Norte e ao Sul o Mar Mediterrâneo, e áreas montanhosas como os Alpes, os Pireneus e os Vosges, onde a prática de esportes de inverno é intensa e estimuladora da economia local.

Economia

A economia da França combina um extenso sector privado com uma intervenção estatal substancial, se bem que em declínio. Grandes áreas de terrenos férteis, a aplicação de tecnologia moderna e subsídios fizeram da França o principal produtor agrícola da Europa Ocidental. O Estado mantém considerável influência sobre segmentos-chave dos sectores infraestruturantes, com quotas maioritárias em firmas ferroviárias, de electricidade, de aviação e de telecomunicações. Tem vindo a abrandar gradualmente o controlo sobre estes sectores desde o início da década de 1990. O Estado continua a vender participações na France Télécom, na Air France, e nas indústrias de seguros, bancária e de defesa. A França juntou-se a outros 10 países membros da UE para lançar o euro a 1 de Janeiro de 1999, cujas moedas e notas substituíram por completo o franco francês no início de 2002. A França pode ser comparada como a 5ª nação mais rica do planeta em termos de PIB-nominal, que é de US$ 2,054,880 milhões (atrás apenas dos Estados Unidos da América, do Japão, da Alemanha e do Reino Unido), e também podendo ser comparada com a 7ª economia mundial em termos PIB-PPC (Paridade do Poder de Compra). Seu PIB-PPC soma US$ 1,745,946 milhões (tendo à frente apenas os Estados Unidos, a China, o Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido). E de capital francês empresas como: Danone, Air France, BNP Paribas, Peugeout e Vivendi. Por esse motivo, da enorme riqueza que faz da França uma das nações da "elite" mundial, podemos dizer sem dúvida alguma que a França é um dos países mais industrializados do mundo, seus produtos se espalham por lojas e casas de todo o planeta. Um dos setores que movimentam a economia da França em grande escala, sem dúvida nenhuma, é o turismo, fazendo da França o país que mais recebe turistas por ano (70 milhões de visitantes), que depositam no país bilhões de dólares. Alguns dos principais produtos exportados pela França são seus vinhos, perfumes e culinária.

Demografia

Cultura


- [http://www.suapesquisa.com/paises/franca Informações sobre a França]
- [http://www.elysee.fr Governo Federal] categoria:países da Europa als:Frankreich fiu-vro:Prantsusmaa ja:フランス ko:프랑스 ms:Perancis simple:France th:ประเทศฝรั่งเศส zh-min-nan:Hoat-kok

Socialista

Socialismo é um modo de produção (forma determinada em um dado momento histórico da humanidade de produzir-se a vida, suas variações significam formas diferentes de relação homem-natureza e homem-homem). Socialismo também é a denominação genérica de um conjunto de teorias socio-econômicas, ideologias e práticas políticas que postulam a abolição das desigualdades econômicas entre as classes sociais, ou a completa abolição do conceito de classes. Incluem-se nessa denominação muitas correntes ideológicas, incluíndo o socialismo utópico, a social-democracia, o socialismo científico (socialismo marxista), o comunismo, o anarquismo e o socialismo aristocrático. Várias das discussões socialistas resgataram a questão da igualdade econômica formulada pela noção de comunismo que surgira na Antiguidade com Platão. Em “A REPUBLICA”, Platão defende a propriedade comum dos bens para anular o conflito entre o interesse privado e o Estado. As múltiplas variantes de socialismo partilham uma base comum que é a transformação do sistema econômico, baseado na propriedade privada dos meios de produção, numa nova e diferente ordem social. Para caracterizar uma sociedade socialista, é necessário que estejam presentes os seguintes elementos fundamentais: propriedade social dos meios de produção, o monopólio do comércio exterior e pela planificação econômica. As diferentes teorias socialistas surgiram como reação contra esse quadro, com a proposta de buscar uma nova harmonia social por meio de drásticas mudanças, como a transferência dos meios de produção das classes proprietárias para os trabalhadores. Uma conseqüência dessa transformação no longo prazo seria o fim do trabalho assalariado e a substituição do mercado por uma gestão socializada ou planejada, com o objetivo de adequar a produção econômica às necessidades da população. Tais mudanças exigiriam necessariamente uma transformação radical do sistema político. Alguns teóricos postularam a revolução social como único meio de alcançar a nova sociedade. Outros, como os social-democratas, consideraram que as transformações políticas deveriam se realizar de forma progressiva, sem ruptura, e dentro do sistema capitalista. Entre os críticos do socialismo podemos citar o economista Ludwig von Mises, que define o socialismo como sendo um sistema econômico em que um indivíduo ou grupo de indivíduos de uma sociedade controla todos os outros indivíduos através da coerção e compulsão organizada. No aspecto político, o socialismo, tal qual qualquer sistema de classes, tem um Estado para garantir o domínio da classe proprietária sobre as demais (ex.: o feudalismo tinha uma estrutura estatal que garantia o domínio dos senhores feudais; o capitalismo, tem um estrutura estatal que garante o domínio dos capitalistas). O Estado socialista caracteriza-se pelo domínio dos trabalhadores. Mas, como todo Estado, ele tem formas diferentes de relações entre as diversas instituições (ex.: no capitalismo, você tem os regimes democráticos, ditaduras militares, fascismo, etc., garantindo a permanência do caráter desse Estado). Podemos definir basicamente duas formas de regime num Estado socialista: as democracias operárias e os Estados Operários Burocráticos. As democracias operárias caracterizaram-se por um alto controle dos trabalhadores sobre a planificação econômica (controle operário); a criação de mecanismos de controle pela base; a fusão dos poderes executivos e legislativos; a revogabilidade permanente dos mandatos, indicados pelos organismos de base; a eleição direta via organismos para todos os cargos (inclusive militares), com cláusulas de impedimento de reeleição; separação do Estado e partido; ampla liberdade entre os trabalhadores para expressarem suas posições, à exceção dos casos de sublevação armada. Os regimes de Estado Operário Burocrático eram caracterizados pelo domínio de uma casta burocrática; a supressão, ou manutenção apenas na forma, dos organismos de base; a planificação por essa burocracia, sem controle operário; e alta hierarquização no seviço público; fusão de Estado e partido; supressão da liberdade de imprensa. O primeiro pode ser encontrado como experìência histórico em caráter embrionário no processo conhecido como Comuna de Paris, em 1871 e, no Estado Russo pós-revolução de outubro, até a ascensão de Stálin. O segundo, no Estado Russo a partir de Stálin, na China, Coréia do Norte, Cuba, e no Leste Europeu. A expressão socialismo foi consagrada por Robert Owen em 1841, terá sido pela primeira vez utilizada com uma certa precisão por Pierre Leroux, em 1831, seguido de Fourier, 1833, depois de começar a circular por volta de 1820. categoria:ideologias categoria:socialismo ja:社会主義 ms:Sosialisme simple:Socialism zh-min-nan:Siā-hoē-chú-gī

Luís Filipe de França

Luís Filipe I (Paris, 1773Claremont, 1850)), duque de Valois, depois duque de Chartres, rei da França de 1830 a 1848, filho de Philippe Égalité (Filipe de Orléans). Foi cognominado o Rei Burguês. Depois de ter tomado parte nos combates de Valmy e Jemmapes (1792), levou vida precária no estrangeiro, casou-se com Maria Amélia de Bourbon, regressou à França no reinado de Luís XVIII, foi proclamado lugar-tenente-geral do reino, por ocasião da Revolução de 1830, e, após a revisão da Constituição, rei da França (7 de agosto). O seu reinado foi uma verdadeira monarquia constitucional, mas ele era, sobretudo, favorável à burguesia numa época em que a França começava a sua Revolução Industrial. A Monarquia de Julho, como seu reinado muitas vezes é designado, representa a implantação na França de um novo regime de aberta inspiração liberal que acabou com as formas mais anacrônicas da monarquia absoluta. Os anos que vão desde a insurreição liberal de 1830 até à revolta mais acentuadamente democrática de 1848 representam a idade de ouro da burguesia francesa, anos em que triunfaram os princípios liberais e nacionalistas. Mas a aparência democrática do novo Governo desapareceu progressivamente e o regime foi endurecendo a fim de reprimir a oposição republicana e o crecente mal-estar das classes operárias. Inicialmente, teve uma política de equilíbrio de interesses - sendo apoiado pela classe média endinheirada - e cercou-se de ministros liberais, mas acabou recorrendo cada vez mais aos conservadores. Seu governo dominou a insurreição democrática de 5 e 6 de junho de 1832, a tentativa legitimista da duquesa de Berry, na Vendéia (1832), as insurreições de Lyon e Paris (1834), a insurreição de Barbes e de Blanqui (1839) e duas tentativas de Luís Bonaparte, em Estrasburgo (1836) e Bolonha (1840). O próprio rei escapou de diversos atentados (Fieschi, 1835). Sua política exterior descontentou o país. Tendo estabelecido uma aliança com a Inglaterra, teve de recusar a coroa da Bélgica oferecida a seu filho. Em decorrência das questões do Oriente e do Tratado de Londres (1840), o rei, desejoso de manter a paz e a entente com a Inglaterra, sacrificou Thiers e convocou Guizot, que foi o verdadeiro senhor do país durante oito anos e assinou a convenção dos Estreitos (Bósforo e Dardanelos) (1841). O ministro seguiu uma política de entendimento cordial com a Inglaterra, mas a Questão Pritchard determinou o rompimento dessa política em 1846. O fato do rei ter enveredado-se por tendências conservadoras tornou-o impopular com os crescentes ideais republicanos, liberais e socialistas. Seu frágil pedestal régio, afetado pela sua iligitimidade e pela não representatividade da massa total da nação francesa, desmoronou com a Revolução de Fevereiro de 1848. Luís Filipe abdicou em favor de seu neto, o conde de Paris, refugiando-se na Inglaterra. No mesmo ano, foi proclamada a república da França. Depois disso, houve eleições presidenciais, e a Constituição passou a estabelecer novos direitos.

Veja também


- Revolução de 1848 categoria:Reis de França categoria:História da França ja:ルイ・フィリップ (フランス王)

1830

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1780 1790 1800 1810 1820 - 1830 - 1840 1850 1860 1870 1880 Anos: 1825 1826 1827 1828 1829 - 1830 - 1831 1832 1833 1834 1835 ----

Eventos


- 18 de Julho - O Uruguai adopta a sua primeira constituição.
- 3 de Fevereiro - A Grécia, até então região autónoma do Império Otomano, obtém a sua independência, em resultado da Guerra grega pela independência. As negociações quanto à definição de fronteiras são supervisionadas pela Rússia, França e Grã-Bretanha, durando até 1832.
- 6 de Abril - A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é oficialmente organizada.

Nascimentos


- 7 de Agosto - Dom Antônio de Macedo Costa, bispo
- 13 de Setembro - Marie von Ebner-Eschenbach, escritora austríaca (m. 1916)

Falecimentos


- 6 de janeiro - Carlota Joaquina de Bourbon, Rainha consorte de Portugal
- 2 de fevereiro - Manuel da Costa Ataíde pintor brasileiro.
- 16 de maio - Jean-Baptiste Joseph Fourier, matemático francês (n. 1768)
- 18 de abril - Padre José Maurício Nunes Garcia, compositor brasileiro e mestre da capela real
- 21 de novembro- Líbero Badaró, jornalista de origem italiana e opositor do imperador brasileiro Pedro I do Brasilcategoria:anos do século XIX ko:1830년 ms:1830 simple:1830 th:พ.ศ. 2373

1850

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1800 1810 1820 1830 1840 - 1850 - 1860 1870 1880 1890 1900 Anos: 1845 1846 1847 1848 1849 - 1850 - 1851 1852 1853 1854 1855 ----

Eventos

Fundação da cidade de Blumenau (Santa Catarina)

Nascimentos


- 15 de janeiro - Sofia Vasilyevna Kovalevskaja, matemática russa (m. 1891)
- 8 de Maio - Almeida Júnior, pintor brasileiro.
- 21 de maio - Giuseppe Mercalli, vulcanólogo italiano.
- 27 de junho - Lafcádio Hearn, escritor japonês (m. 1904)
- 5 de agosto - Guy de Maupassant, escritor (m. 1893).
- 25 de agosto - Charles Robert Richet, fisiologista francês.
- 17 de Setembro - Guerra Junqueiro, escritor português

Falecimentos

Categoria:Anos do século XIX ko:1850년 ms:1850 simple:1850

Lyon

Lyon (por vezes aportuguesa para Lião) é uma das maiores cidades francesas (segunda maior área urbana, terceiro maior município), capital da região Rhône-Alpes et do departamento de Rhône, na junção do Ródano (Rhône) e do Saône. Tem cerca de 1684 mil habitantes e foi fundada em 43 a.C. pelos romanos com a designação de Lugdunum, era a capital da província da Gália. Cidade importante pela forte presença de indústrias e universidades . Aqui se realizaram dois concílios ecuménicos da Igreja Católica: Lyon I (1245) e Lyon II (1274). Categoria:Cidades da França ja:リヨン simple:Lyon

República

Uma República é uma forma de governo onde um representante, normalmente chamado presidente, é escolhido pelo povo para ser o chefe de estado, podendo ou não acumular com o poder executivo (ver em baixo). A forma de eleição é normalmente realizada por voto livre secreto, em intervalos regulares, variando conforme o país. A origem da república está na Roma clássica, quando primeiro surgiram instituições como o Senado. A palavra república vem do latim Res publica e quer dizer "coisa pública". Existem hoje duas formas principais de república: #República presidencialista ou presidencialismo Nesta forma de governo o presidente, escolhido pelo voto para um mandato regular, acumula as funções de Chefe de Estado e chefe de governo. Nesse sistema, para levar a cabo seu plano de governo, o presidente deve barganhar com o Legislativo caso não possua maioria; #República parlamentarista ou parlamentarismo Neste caso o presidente apenas responde à chefia de Estado, estando a chefia de governo atribuída a um representante escolhido de forma indireta pelo Legislativo, normalmente chamado "premiê", "primeiro-ministro" ou ainda "chanceler" (na Alemanha).


- Proclamação da República Categoria:Regimes políticos ja:共和制 simple:Republic

Socialismo utópico

O pensamento socialista foi primeiramente formulado por Saint-Simon (1790-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858), que instituem socialismo utópico. A denominação foi criada por seus opositores, os socialistas marxistas, e vem do fato de seus teóricos exporem os princípios de uma sociedade ideal sem indicar os meios para alcançá-la. Desde o século XVI, autores como Thomas More (1478-1535) e Tommaso Campanella (1568-1639) imaginavam uma sociedade de iguais. Na França do século XVIII, o revolucionário Gracchus Babeuf (1760-1797) escreve o manifesto dos iguais que coloca o abismo que separa a igualdade formal da tríade “liberdade, igualdade, fraternidade” e a desigualdade real. No século XIX, com as condições econômicas e o capitalismo se desenvolvendo desde a revolução industrial, as cidades incham de proletários com baixos salários. As críticas ao liberalismo resultam da constatação de que a livre concorrência não trouxe o equilíbrio prometido e, ao contrário, instaurou uma ordem injusta e imoral. As novas teorias exigem então a igualdade real e não apenas a ideal. Em 1864 é fundada em Londres a Associação Internacional dos Trabalhadores, mais tarde conhecida como Primeira Internacional (face à segunda, terceira e quarta, constituídas posteriormente), visando a luta para emancipação do proletariado. Esta união de grupos operários de vários países europeus teve em Marx seu principal inspirador e porta-voz, tendo este lhe dedicado boa parte do seu tempo. Na França, o pensamento socialista teve como porta-vozes Saint-Simon, Fourier e Proudhon, mas sem haver ocorrido uma grande industrialização tal como na Inglaterra. Os diversos teóricos do socialismo têm idéias diferentes e propõem soluções diversas, mas é possível reconhecer traços comuns:
- Tentam reformar a sociedade através da boa vontade e participação de todos.
- Todas as tentativas não vão alem de uma tendência fortemente filantrópica e paternalista: melhoria de alojamentos e higiene, construção de escolas, aumento de salários, redução de horas de trabalho. Saint-Simon pensa uma sociedade industrial dirigida por produtores (classe operária, empresários, sábios, artistas e banqueiros). Fourier tenta organizar os Falanstérios (pequena unidade social abrangendo entre 1.200 e 5.000 pessoas vivendo em comunidade). Proudhon teve plena consciência do antagonismo entre as classes, afirmava que a propriedade privada significava uma espoliação do trabalho. Ele preconizava a igualdade e a liberdade, que para ele era sinônimo de solidariedade, pois o homem mais livre é aquele que encontra no outro uma relação de semelhantes. Categoria:Socialismo

1845

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1790 1800 1810 1820 1830 - 1840 - 1850 1860 1870 1880 1890 Anos: 1840 1841 1842 1843 1844 - 1845 - 1846 1847 1848 1849 1850 ----

Eventos

28 de fevereiro- Fim da guerra dos Farrapos, com a vitória do Império brasileiro sobre os separatistas do Rio Grande do Sul 8 de agosto- Bill Aberdeen- Reino Unido coíbe o tráfico negreiro internacional

Nascimentos


- 25 de fevereiro - George Reid, quarto Primeiro Ministro da Austrália, († 1918)
- 3 de março - Georg Cantor, matemático alemão († 1918)
- 10 de março - Imperador Alexandre III da Rússia
- 27 de março - Wilhelm Conrad Röntgen, físico, primeiro laureado com o Prémio Nobel da Física em 1901 (†. 1923)
- 12 de maio - Gabriel Fauré, compositor francês († 1924)
- 17 de maio - Jacint Verdaguer, poeta catalão
- 25 de maio - Eugène Grasset, artista suíço/francês († 1917)
- 25 de maio - Lip Pike, jogador de beisebol († 1893)
- 9 de junho - Gilbert Elliot-Murray-Kynynmound, 4° Earl de Minto († 1914)
- 18 de julho - Tristan Corbière, poeta francês († 1875)
- 19 de julho - Horatio Nelson Young, herói naval americano († 1913)
- 10 de agosto - Abai Kunanbaev, poeta cazaque († 1904)
- 15 de Agosto - Walter Crane, pintor e desenhador britânico; (m. 1915)
- 19 de agosto - Edmond James de Rothschild, filantropo († 1934)
- 25 de agosto - Rei Ludovico II da Bavária († 1886)
- 26 de agosto - Mary Ann Nicholls, primeira vítima confirmada de Jack, o estripador († 1888)
- 10 de novembro - John Sparrow David Thompson, primeiro ministro do Canadá
- 25 de novembro - José Maria Eça de Queiroz, escritor português († 1900)

Falecimentos

categoria:Anos do século XIX ko:1845년 ms:1845 simple:1845

1847

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1790 1800 1810 1820 1830 - 1840 - 1850 1860 1870 1880 1890 Anos: 1842 1843 1844 1845 1846 - 1847 - 1848 1849 1850 1851 1852 ----

Eventos


- Fundação da cidade de Minneapolis no Minnesota (Estados Unidos da América)

Nascimentos


- 3 de Março - Alexander Graham Bell, foi um cientista, inventor e fundador da companhia telefónica Bell. († 1922)
- 17 de Outubro - Chiquinha Gonzaga, compositora brasileira.
- 8 de Novembro - Bram Stoker, escritor irlandês. († 1912)
- 30 de Novembro - Affonso Augusto Moreira Penna, político brasileiro. († 1909)

Falecimentos


- 7 de Janeiro - Maria Schicklgruber, avó paterna de Adolf Hitler (n. 1795).
- 4 de Novembro - Felix Mendelssohn, compositor erudito romântico alemão (n. 1809). Categoria:Anos do século XIX ko:1847년 ms:1847 simple:1847

Batata

A batata (Solanum tuberosum) é um tubérculo perene pertencente à família das Solanaceae (Solanáceas em português). É um dos vegetais mais utilizados na Europa e nas Américas do Norte e do Sul. Existem seis outras espécies do género Solanum, com menor importância. Cultivam-se actualmente milhares de variedades de batata. A batata é originária do Peru, onde fora cultivada desde eras imemoriais pelo povo inca, sendo chamada de "papa" na língua quíchua. Ainda em nossos dias, nos países andinos, se produz e comercializa mais de 200 variedades diferentes de batatas. Recente pesquisa baseada no DNA comprovou que todas as variedades da batata descendem de uma única variedade de planta originária do sul do Peru. Esta mesma pesquisa evoca evidências arqueológicas de que o vegetal aí já era cultivado há 7.000 anos para efeitos de alimentação humana. Em 1570 a batata foi levada para a Espanha, de lá se disseminando para a Europa e depois para todo o mundo. Atualmente a cultura mundial atinge a cifra de cerca de 300.000.000 toneladas/ano. A batata é rica em grãos de amido, armazenados nos amiloplastos. Não tem relação com a batata-doce. Categoria:Alimentos Categoria:Solanaceae ja:ジャガイモ simple:Potato

1847

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1790 1800 1810 1820 1830 - 1840 - 1850 1860 1870 1880 1890 Anos: 1842 1843 1844 1845 1846 - 1847 - 1848 1849 1850 1851 1852 ----

Eventos


- Fundação da cidade de Minneapolis no Minnesota (Estados Unidos da América)

Nascimentos


- 3 de Março - Alexander Graham Bell, foi um cientista, inventor e fundador da companhia telefónica Bell. († 1922)
- 17 de Outubro - Chiquinha Gonzaga, compositora brasileira.
- 8 de Novembro - Bram Stoker, escritor irlandês. († 1912)
- 30 de Novembro - Affonso Augusto Moreira Penna, político brasileiro. († 1909)

Falecimentos


- 7 de Janeiro - Maria Schicklgruber, avó paterna de Adolf Hitler (n. 1795).
- 4 de Novembro - Felix Mendelssohn, compositor erudito romântico alemão (n. 1809). Categoria:Anos do século XIX ko:1847년 ms:1847 simple:1847

Salário

Nas sociedades capitalistas, salário é a forma de recompensa oferecida pelo capitalista ao empregado pelo aluguel de sua força de trabalho por um período determinado (geralmente uma semana ou um mês). Os salários são comumente estiplados no contrato de trabalho, podendo ser pagos em dinheiro ou em benefícios. O termo tem origem no latim salarium, "pagamento em sal" – forma primária de pagamento oferecida aos soldados romanos. Em alguns casos o salário recebe nomes especiais, como o soldo dos miltares. Alguns países fixam um valor mínimo a ser pago para a mão-de-obra registrada, o chamado salário mínimo. Esse valor deve garantir as condições mínimas de sobrevivência da pessoa. Outros salários podem completar o mínimo, como o salário família (proporcional ao tamanho da família), salário insalubridade (para profissões que envolvam riscos, etc). A soma de todos os salários, normal e adicionais, é a remuneração do trabalhador.


- Décimo terceiro salário categoria:Economia ja:給与

1814

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1760 1770 1780 1790 1800 - 1810 - 1820 1830 1840 1850 1860 Anos: 1809 1810 1811 1812 1813 - 1814 - 1815 1816 1817 1818 1819 ----

Eventos

Nascimentos


- 30 de maio - Mikhail Bakunin, escritor e ativista anarquista (m. 1876)
- 2 de novembro - George Boole, matemático britânico (m. 1854)

Falecimentos


- 18 de novembro - Aleijadinho, escultor brasileiro.
- 2 de Dezembro - Marquês de Sade, escritor (n. 1740) categoria:anos do s%C3%A9culo XIX ko:1814년 ms:1814 simple:1814 th:พ.ศ. 2357

1824

Séculos: Século XVIII - Século XIX - Século XX Décadas: 1770 1780 1790 1800 1810 - 1820 - 1830 1840 1850 1860 1870 Anos: 1819 1820 1821 1822 1823 - 1824 - 1825 1826 1827 1828 1829 ----

Eventos


- 24 de Fevereiro - Sob a influência do imperador Pedro I, o Brasil torna-se numa monarquia constitucional
- 16 de setembro -